segunda-feira, 18 de março de 2013
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Há uns dias pra cá eu chego tarde da noite, casa silenciosa, luzes apagadas, portas trancadas, sono, passos largos, chaves nas mãos-destrancar das portas, barulho do trinco, uma pequena flecha de luz e logo ouço incansáveis miados que começam numa acústica abafada e logo ganha um plug-in de potencia que me deixa levemente acolhida. Meu gato mais novo é muito pequeno e frágil ainda, e muito carente-ele quer atenção o tempo todo, ele quer colo o tempo inteiro, dormir agarridinho. Mas, esses dias eu machuquei ele dormindo então, tomei a decisão de nos separar à noite. E desde então, ele vive chorando.Neste momento finalmente seu choro desesperado cessou que trouxe um enorme alivio-cheguei tem 30 minutos, fiz um carinho e desde então, ele me chamava. Ninguém deve entender porque resolvi escrever sobre minha relação com meus gatos-mas tenho uma explicação: me identifico muito com eles. Eles tem personalidade forte, individualista, singular: assim como eu .Que tenho preguiça de levantar e ir atrás das coisas, tenho preguiça de pessoas, preguiça da vida, se eu pudesse eu teria tudo nas mãos, mas ninguém consegue viver nesse intimismo o tempo todo, cansa. Por mais fácil que seja estar só, dormindo e esperando as coisas: as vezes é preciso levantar com os passos leves e elegantes pra roçar em alguém e pedir colo. Essa carência nem mesmo o mais egocêntrico escapa, e eu carrego junto comigo essa essência tão mal aprimorada quanto. Eu sou carenteeeeeeeeeeeee, CARENTE MESMO, é uma merda depender do calor dos outros, de precisar de um colo, de um abraço e uns beijos de vez em quando, preciso da sua voz, preciso do seu cheiro, preciso de você e isso me deixa totalmente contrariada.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Um grande conselho:
FAÇA SEMPRE O QUE TIVER MEDO DE FAZER.
Ser uma pessoa medrosa significa viver retido, meia boca, dividido no meio.
Não sabe o quanto é insatisfatório carregar as frustrações nas costas porque temos medo de arriscar, de praticar o desapego, pensar no que os outros vão falar e não deixar valer nossas vontades, liberar o coração-liberando o que tem dentro dele.
Ter medo faz a gente pensar duas vezes-e deixar de fazer mais de duas.
É perder em dobro aquilo que nem precisamos.
O maior medo é o pior de todos: "a porra do arrependimento que é foda, porque ele nos derrota e não tem volta. Quem vai ter coragem?
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Mulherzinha.
Todas as circunstancias e fatos me disseram para ser forte, eu sou forte.
Procuro levantar todos os dias e passar por cima de tudo, todos e até de mim mesma. Apesar de estar me sentindo frágil, apesar de me sentir sozinha. Existem os gatos:o roçar do pelo e o miado, pés aquecidos. E existem pessoas que chamo de meus tutores..Existem meus amores espalhados pelos cantos, por cada avenida, rua e logradouro desta e de outras cidades, mas ainda me permito estar nesse estado. O que eu preciso é matar os meus fantasmas, e não deixar o passado me ferir. Hoje eu não queria nenhuma luta, eu queria mesmo era um colo bem aconchegante, um cafuné na cabeça e alguém que me escutasse de peito aberto. Escrever me ajuda, me acalma-mas é vazio.
Sim, a exposição da literatura é enorme, isso está aqui até nos ossos, não consigo escrever nada sem intensidade em cada virgula em cada texto, tento tirar minha intimidade ao máximo, mas são minhas próprias recordações que me levam ao grande ato que é escrever, se é ficção pode até ser em partes, mas serão sempre verdadeiras da mesma forma.
Procuro levantar todos os dias e passar por cima de tudo, todos e até de mim mesma. Apesar de estar me sentindo frágil, apesar de me sentir sozinha. Existem os gatos:o roçar do pelo e o miado, pés aquecidos. E existem pessoas que chamo de meus tutores..Existem meus amores espalhados pelos cantos, por cada avenida, rua e logradouro desta e de outras cidades, mas ainda me permito estar nesse estado. O que eu preciso é matar os meus fantasmas, e não deixar o passado me ferir. Hoje eu não queria nenhuma luta, eu queria mesmo era um colo bem aconchegante, um cafuné na cabeça e alguém que me escutasse de peito aberto. Escrever me ajuda, me acalma-mas é vazio.
Sim, a exposição da literatura é enorme, isso está aqui até nos ossos, não consigo escrever nada sem intensidade em cada virgula em cada texto, tento tirar minha intimidade ao máximo, mas são minhas próprias recordações que me levam ao grande ato que é escrever, se é ficção pode até ser em partes, mas serão sempre verdadeiras da mesma forma.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Andre's Rocha B'Day!
A Primeira Vista!
A PRIMEIRA VISTA NO TEATRO LEBLON!
Sou uma fã de longa data de Drica Moraes, sempre divertidíssima talentosa, competente. E acima de tudo guerreira, passou por uma das maiores lutas que um ser humano pode passar: venceu um câncer. E deu a volta por cima, esse foi o seu primeiro trabalho após sua recuperação e fui prestigiar junto à um grande amigo que me deu esse presente. E a peça é simplesmente incrivel, pena que saiu de cartaz, um romance lindo, simplérrimo mas cheio de detalhes surpreendentes e engraçado, uma soma de ideias, situações que cabem dentro de qualquer relação cotidiana mesmo, encontros e desencontros, descobertas, destino, decepções, vida. Não conto muitos detalhes porque ainda tenho esperança dessa peça retornar talvez ano que vem, e que com certeza estarei na primeira fila, exatamente como estive dessa vez.
E quem não teve o privilegio de assistir, vai poder conferir. Depois da peça paramos no Bar Desacato, tomamos umas cervejas, caipirinha e conversamos sobre a peça, sobre a vida, sobre a vida dos nossos amigos e por fim, fomos até a lapa, toda noite no Rio de Janeiro acaba na boemia da lapa não tem jeito. Fomos em um bar e depois pra sinuca da Lapa, noite longa e divertidíssima!
E quem não teve o privilegio de assistir, vai poder conferir. Depois da peça paramos no Bar Desacato, tomamos umas cervejas, caipirinha e conversamos sobre a peça, sobre a vida, sobre a vida dos nossos amigos e por fim, fomos até a lapa, toda noite no Rio de Janeiro acaba na boemia da lapa não tem jeito. Fomos em um bar e depois pra sinuca da Lapa, noite longa e divertidíssima!
O DIA EM QUE FUI DEMITIDA!
Estava tristonha, carinha chorosa, mas graças a Deus pude desabafar e contar com a amizade da minha amiga (irmã) Gleice, e essa sinuca é maravilhosa não existe tristeza certa nessas horas!
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