sexta-feira, 4 de maio de 2012


Shaun Wilson-Miler, um jovem de apenas 17 anos, tem uma doença cardíaca crônica. Após dois transplantes de coração, os médicos disseram que ele não teria muito tempo de vida. Sabendo disso, ele gravou um vídeo emocionante se despedindo de amigos e familiares.
"Oi, galera. Eu tenho más notícias para dizer", conta o garoto com a voz trêmula. Ele explica o problema e completa: "Eu não vou estar aqui por tanto tempo quanto pensei. Mas quero dizer que foi um passeio incrível e não tenho arrependimentos".
"Viva a vida ao máximo, porque você nunca sabe o que vai acontecer. Eu só quero agradecer a minha família e amigos. Por favor, não chorem por mim. Eu ficarei bem. Eu peço aos meus amigos que se certifiquem de que o meu pai ficará bem. Eu sentirei muita saudade. Amo vocês", diz o menino, que mora na cidade de Melborne, na Austrália.
Há quatro anos Shaun participa da organização não governamental australiana 'Heart Kids' e é um verdadeiro exemplo de esperança para muitas crianças. Assista ao vídeo:

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Quando eu era mais jovem eu vi
Meu pai chorar e xingar ao vento
Ele quebrou seu próprio coração e
Eu assisti enquanto ele tentava remontá-lo
E minha mãe jurou que
Jamais se deixaria esquecer
E aquele foi o dia em que eu prometi
Nunca iria cantar nada sobre amor se ele não existisse
Mas querido...

Você é a única exceção (...)

Talvez eu saiba em algum lugar no fundo da minha alma
Que o amor nunca dura
E nós temos que arranjar outros meios
De fazer isso sozinhos ou manter a cabeça erguida
E eu sempre vivi assim
Mantendo uma distância confortável
E até agora eu jurei pra mim mesma
Que eu era feliz com a solidão
Porque nada disso nunca valeu o risco

Mas você é a única exceção(...)

Eu tenho um forte controle sobre a realidade,
Mas não posso deixar o que está aqui diante de mim
Eu sei que você vai embora pela manhã, quando acordar
Me deixe com alguma prova de que isso não foi um sonho

Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção

E eu estou quase acreditando
Oh, e eu estou quase acreditando...

É o Rock Bebê!






O que está achando do evento? - Hum....pausa para pensar, brincadeira, adoro Rock , tudo muito lindo, hoje é dia de Rock bebê, beijos Torloni rs!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Friday Night!

Galera toda Reunida, ô povo bonito! Adoro <3



Chão, chão, chão, batida carioca.



Não somos 'empreguetes' mas, somos CHEIAS DE CHARME.




Os meninos. 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Erro Médico é Crime!

Nosso Anjo Nasceu Perfeita e Virou Anjinho Assim. Revoltante? É muito.

Hoje preciso de uma atenção especial para vocês que acompanham, leem, passam por aqui de vez em quando, pelas estatísticas de visitas do meu blog, estou confiante de que essa mensagem chegará há muitas pessoas, e peço que as mesmas divulguem em suas redes, quem residir no Rio de Janeiro puder comparecer, quem for vitima ou conhece alguém que passou pelo mesmo dano e puder: ABRACE A CAUSA. Gente, estou falando de algo serio, que envolve muito dano e sofrimento para uma família, uma mãe, uma avó. Era um anjinho que veio ao mundo tão esperada, tão amada, que foi estupidamente lesada por profissionais negligentes
que cuidam de VIDAS, nosso anjo se chamava: Kamyle Victoria. Nome levado como prova de tão guerreira e vitoriosa esse ser foi durante os poucos dias que viveu.

Matéria do site: MATÉRIA DO CASO-FOLHA UOL

O bebê nasceu dia 21 de fevereiro com hidroanencefalia grave, quando existe ausência do cérebro, que é substituído por bolsas com líquido cerebrospinal. A operação, chamada de microendoscopia, serve para drenar o líquido do crânio. O procedimento foi executado na filha da estudante Karen Nascimento da Silva, 20, no dia 1º de março e a amputação da perna foi feita no último dia 7.
Durante a microendoscopia, feita com bisturi elétrico, o bebê sofreu queimadura na perna, que precisou ser amputada.
De acordo com o IFF, durante a cirurgia, os médicos perceberam uma queimadura na perna direita da criança, no local "onde havia sido colocada a placa para utilização do bisturi elétrico".
Em nota, o instituto informou que o estado de saúde do bebê piorou e que "considerando o quadro circulatório não favorável e com o objetivo de preservar a melhor evolução da paciente" a equipe médica decidiu retirar a parte inferior da perna direita da menina.



O caso mobilizou e chocou o país, porém um ano depois voltaremos no Instituto Fernandes Figueira porque todos queremos uma resposta, queremos justiça, não pode cair no esquecimento:





.Infelizmente no dia 05/05/2011 ela foi embora para ficar junto ao Papai do Céu. E até hoje, sua família busca RESPOSTAS.


Clique Aqui e SAIBA MAIS sobre ERRO MEDICO.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ou eu sou muito filha da puta, ou as pessoas são muito inseguras.
Abro meu e-mail e um monte de cobranças desnecessárias, pessoas que me tratam friamente depois de um longo período distante, cobram telefonemas, cobram minha presença, me interpretam mal, tiram conclusões precipitadas. Todo esse drama para me pressionar com intuito de que afinal? Não preciso provar nada, não preciso auto afirmar nada, se eu gosto de você, você estará sempre comigo onde quer que eu esteja, distancia, mensagens no seu inbox, telefonemas, saídas. Não 'apenas' provará tal sentimento, não sabe o quanto é difícil para mim ter agenda, compromissos, um trabalho que me ocupa grande parte do tempo, não sabe o quanto outras coisas importantes eu abandono, EU ME ABANDONO, para no fim das contas eu receber essas cobranças tão imaturas, tão egoístas, você que dorme o dia todo e fica a noite toda a toa, me mandando essas coisas: um aviso- eu amo você, mas não preciso estar fazendo NADA com você também, entenda. Não confunda sua carência e necessidade de 'pessoas' com falta de sentimento.

Palavras do ator Wagner Moura sobre o Pânico na TV, em carta aberta, divulgada no globo.com:


“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência ”

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.

No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"