Já me vi diversas vezes pensando: o que fazer com o look todo branco do Reveillon? Como usar no dia a dia, no barzinho, na noite, em um jantar enfim, branco é uma cor linda, chique mas, tem que saber ser usada sem que pareça uma mãe de Santo, afinal ninguém quer parecer uma certo? Então, o branco é lindo, acho uma cor clean, principalmente agora no verão mas, para dar um ar mais fashion, mais divertido procure usar cores, acessórios coloridos, bolsas, sapatos, cordões, pulseiras: as cores em alta são aquele alaranjado, coral, verde, amarelo, azul turquesa, roxo, cores é o que mais tem na atualidade, cores bem fortes, vibrantes, se for mais clássica o vermelho dá super certo. Eu separei uns looks, apenas para brotar a sementinha fashion aí na imaginação de vocês, beijos garotas!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Ano Novo ou Melhor 2012.
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| Rafael lindinho demais *__* |
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| Ney, amigo antigo que gentilmente fez questão de nos convidar pessoalmente para passar a virada com ele e família. |
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| Rafael , eu e Carla (adorei conhecê-la. Ela é do Rock n Roll, precisam conhecer o acervo de Cds e DvDs, é de babar. |
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| Gleice, uma amiga muito especial no ano de 2011. |
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| Foto de Néim, no espelho, tem que ter. |
Fiquei feliz, não passei no tumulto de Copa, na chuva por aí, fiquei em um ambiente tranquilo, com uma criança elétrica que brincava o tempo todo, me chamava para a sacada para ver os fogos, as festas dos vizinhos, cerveja, muita cerveja, foi bem agradável, eu não quis sair porque sou medrosa, estava com um mal pressentimento, então resolvi não pegar estrada, transito, nada disso. Estou viva em 2012 isso que importa!
Caralho!
Pois é, uma menina linda, educada, começando 2012 com um titulo tão OPA!
Pois é, iniciei o ano cheia de incertezas, medo, sentindo falta de muitas coisas, revendo muita coisa, lembrando de muita coisa, aquela bagunça interna de sempre. E na Tpm, e chata, com abstinência de toque, de álcool e de cigarros(pois minha meta é diminuir ao máximo e largar os vícios.) Então, o que me deixa feliz e empolgada é quando surge algo que me prenda sabe? Que me encanta, coisa difícil ultimamente, eu sou chata fato, porém muito sensível aos causas sociais em geral, e fico chateada com essas campanhas idiotas do Facebook, pessoas que não tem a minima noção do que realmente ocorre na vida, e eu tento ter esse momento ao menos para ter consciência e na hora que surge a oportunidade EU FAÇO, eu ajudo, mesmo que não tenha nenhuma atividade social, esse compromisso a longo prazo, sempre tem a hora que você tem que fazer, existe a oportunidade nas ruas, na porta da sua casa, no vizinho ao lado, na sua igreja, e se quiser ir a fundo procure um orfanato, um asilo próximo, não vai doer, só não deixe passar a chance de ajudar. E hoje, nesse momento estou viciada em um blog Historias das Ruas / Por Henrique Rangel e não consigo parar de ler, cada história uma mais emocionante que a outra, nos faz ver todo um entorno daquilo, que há motivos que as fez chegar até as ruas, a não ter uma casa, uma família, muitos já nasceram assim sabe? Sem ao menos escolher, vale muito a pena, você que só se comove com campanhas sem procedentes de Redes Sociais, eu recomendo é uma ótima leitura: Destaquei a ultima postagem a história de Eliane, como mulher essa história me comoveu bastante porque é uma realidade triste, citam três coisas muito fortes, a violência doméstica, as drogas, e o violência sexual (estupro), vale a pena ler:
“Eliane, esse é o meu nome...
Hoje tenho 33 anos de idade, e moro nas ruas a 4 anos. O que me trouxe aqui?
Bom, vários fatores, primeiro que vivia uma vida infernal ao lado de meu ex-marido, uma pessoa que me recuso a chamar de homem.
Nos anos em que passamos juntos sofria muito, e sempre era espancada; Ele me batia sem motivo, sem explicação. Pra ele eu era, vamos se dizer, uma sessão de descarrego, um saco de pancadas.
Em nosso casamento a única coisa boa que levo comigo até hoje foram as duas filhas que ele conseguiu me dar, Joyce e Juliana, uma de 9 anos e outra de 7 anos.
Porém do mesmo jeito que ele conseguiu me dar, ele fez de tudo para tirar.
Há alguns anos atrás, sofrendo com os espancamentos diários, eu entrei em depressão profunda e comecei a me drogar. Não me julgo certa, mas a droga pra mim era um refúgio do que eu vivia dentro de minha própria casa.
Me perdi totalmente nesse mundo sujo que é o das drogas, e junto disso perdi a guarda de minhas filhas, e com total certeza esse foi o momento mais difícil da minha vida.
Sem minha filhas comigo, eu me afundei mais ainda, perdi emprego, amigos e familiares se afastaram de mim. Quando percebi, já estava na situação mais deplorável possível, nas ruas.
Sempre pensei que a rua era o fim de qualquer pessoa, se não é de qualquer pessoa, para mim foi.
No começo, quando fui para as ruas eu conheci uma pessoa muito especial, Felipe, meu companheiro que eu amava muito. Ele sim sabia como tratar uma mulher, eu me sentia amada perto dele, me sentia protegida.
Ele tinha um problema de epilepsia, tinha crises quase sempre, e eu sempre estive do lado dele, mas depois de dois anos que estávamos juntos, em uma dessas crises, ele morreu.
Foi uma perda muito difícil, porque depois disso vivo sozinha até hoje.
O mais difícil de viver sozinha nas ruas de São Paulo, sendo uma mulher, é a violência. Já fui abusada sexualmente uma vez, e foi a pior sensação que tive e toda a minha vida, me senti o lixo mais podre do mundo inteiro.
Hoje, a única coisa em que consigo pensar é como sair dessa situação, poder ter minhas filhas de volta e poder dar uma vida digna para elas.
Todos pensam que estou aqui onde estou por opção, mas ninguém consegue pensar no quanto eu sofri para chegar até aqui. Posso sim ter errado muito, principalmente com as minhas filhas, mas isso não significa que eu não queira mudar.”
Pois é, iniciei o ano cheia de incertezas, medo, sentindo falta de muitas coisas, revendo muita coisa, lembrando de muita coisa, aquela bagunça interna de sempre. E na Tpm, e chata, com abstinência de toque, de álcool e de cigarros(pois minha meta é diminuir ao máximo e largar os vícios.) Então, o que me deixa feliz e empolgada é quando surge algo que me prenda sabe? Que me encanta, coisa difícil ultimamente, eu sou chata fato, porém muito sensível aos causas sociais em geral, e fico chateada com essas campanhas idiotas do Facebook, pessoas que não tem a minima noção do que realmente ocorre na vida, e eu tento ter esse momento ao menos para ter consciência e na hora que surge a oportunidade EU FAÇO, eu ajudo, mesmo que não tenha nenhuma atividade social, esse compromisso a longo prazo, sempre tem a hora que você tem que fazer, existe a oportunidade nas ruas, na porta da sua casa, no vizinho ao lado, na sua igreja, e se quiser ir a fundo procure um orfanato, um asilo próximo, não vai doer, só não deixe passar a chance de ajudar. E hoje, nesse momento estou viciada em um blog Historias das Ruas / Por Henrique Rangel e não consigo parar de ler, cada história uma mais emocionante que a outra, nos faz ver todo um entorno daquilo, que há motivos que as fez chegar até as ruas, a não ter uma casa, uma família, muitos já nasceram assim sabe? Sem ao menos escolher, vale muito a pena, você que só se comove com campanhas sem procedentes de Redes Sociais, eu recomendo é uma ótima leitura: Destaquei a ultima postagem a história de Eliane, como mulher essa história me comoveu bastante porque é uma realidade triste, citam três coisas muito fortes, a violência doméstica, as drogas, e o violência sexual (estupro), vale a pena ler:
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| E com tudo isso, ainda cultiva essa sorriso. |
“Eliane, esse é o meu nome...
Hoje tenho 33 anos de idade, e moro nas ruas a 4 anos. O que me trouxe aqui?
Bom, vários fatores, primeiro que vivia uma vida infernal ao lado de meu ex-marido, uma pessoa que me recuso a chamar de homem.
Nos anos em que passamos juntos sofria muito, e sempre era espancada; Ele me batia sem motivo, sem explicação. Pra ele eu era, vamos se dizer, uma sessão de descarrego, um saco de pancadas.
Em nosso casamento a única coisa boa que levo comigo até hoje foram as duas filhas que ele conseguiu me dar, Joyce e Juliana, uma de 9 anos e outra de 7 anos.
Porém do mesmo jeito que ele conseguiu me dar, ele fez de tudo para tirar.
Há alguns anos atrás, sofrendo com os espancamentos diários, eu entrei em depressão profunda e comecei a me drogar. Não me julgo certa, mas a droga pra mim era um refúgio do que eu vivia dentro de minha própria casa.
Me perdi totalmente nesse mundo sujo que é o das drogas, e junto disso perdi a guarda de minhas filhas, e com total certeza esse foi o momento mais difícil da minha vida.
Sem minha filhas comigo, eu me afundei mais ainda, perdi emprego, amigos e familiares se afastaram de mim. Quando percebi, já estava na situação mais deplorável possível, nas ruas.
Sempre pensei que a rua era o fim de qualquer pessoa, se não é de qualquer pessoa, para mim foi.
No começo, quando fui para as ruas eu conheci uma pessoa muito especial, Felipe, meu companheiro que eu amava muito. Ele sim sabia como tratar uma mulher, eu me sentia amada perto dele, me sentia protegida.
Ele tinha um problema de epilepsia, tinha crises quase sempre, e eu sempre estive do lado dele, mas depois de dois anos que estávamos juntos, em uma dessas crises, ele morreu.
Foi uma perda muito difícil, porque depois disso vivo sozinha até hoje.
O mais difícil de viver sozinha nas ruas de São Paulo, sendo uma mulher, é a violência. Já fui abusada sexualmente uma vez, e foi a pior sensação que tive e toda a minha vida, me senti o lixo mais podre do mundo inteiro.
Hoje, a única coisa em que consigo pensar é como sair dessa situação, poder ter minhas filhas de volta e poder dar uma vida digna para elas.
Todos pensam que estou aqui onde estou por opção, mas ninguém consegue pensar no quanto eu sofri para chegar até aqui. Posso sim ter errado muito, principalmente com as minhas filhas, mas isso não significa que eu não queira mudar.”
sábado, 31 de dezembro de 2011
Me inspirei na Lady Gaga, quero brilhar!
Brincadeiras a parte, triste por não saber como iria chegar em uma manicure, que desenho ia fazer, ou se ia fazer a mesma francesinha de sempre ou meu clichê vermelho tomate. Eis que surge de longe, o Empalla festa, quero tudo! E é tudo que eu queria, minha ideia de estar bem brilhante tanto na maquiagem quanto em alguns destaques, porque o branco ele é lindo, chique mas, muito apagadinho né?
UMA DICA SUPER IMPORTANTE:
Reparem que ainda tem resíduos entorno das unhas, devem ter pensado que eu não havia limpado, certo? Pois bem meninas, esses esmaltes tem forte excesso de brilho, eles tem uma fixação muito forte, até mesmo na hora que retirar o esmalte tem que fazer uma força e passar varias vezes algodão com o removedor nas unhas, ele é bem resistente, e a mesma coisa acontece na hora de limpar as bordinhas, eu só notei uns pontos sujinhos na foto, a olho nu é imperceptivel mas, não quero correr riscos e vou dar mais uma limpadinha, é chato mas, é melhor do que sair por aí borradinha né? Beijos ;*
Um dia para deixar mil coisas.
Eu prometi que não faria desesperadamente um balanço anual e uma criação de metas muito certinhas, foi o ano mais difícil desses 21, não tenho duvidas. Foi o ano que matou algumas coisas e deu vida a outros aspectos , me deixou mais sabida, me fez enjerir mais álcool, a acender muitos cigarros, mais melancólica que tudo, me deu o gostinho de amar e de ter que viver sem a felicidade de viver isso para sempre, não quero saber como vai ser amanhã, como irei enfrentar os desafios , sempre fui guerreira para enfrentar tudo: no trabalho, na família, os inimigos (que me ensinaram muita coisa). Esse ano só quero deixar meu amor, eu tenho que deixar ele, já deveria ter deixado mas, como ele continua aqui em 2012 ele estará inerte em um lugar onde só eu vou saber quando lembrar, mas hoje eu não irei ligar, não estarei com ele, eu estarei bem longe até mesmo em pensamentos, quero apenas deixar 2011 com paz de espirito, menos melancólica chata, com meus gatos, meus amigos e certa de que tenho um emprego, um pouco de saude e muita coragem para realizar tudo, esse ano também estou exigente e quero muita coisa. Minha esperança cabe em Copacabana inteira. Obrigada aos amigos que estiveram ao meu lado, minha família, meus inimigos: vocês me ensinam a ver uma parte melhor dentro de mim e estar com os pés no chão, graças ao seu ódio que me tornei admirável, mais forte e humilde! Beijos da Anna.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Como você estara no Reveillon?
Confesso que desanimei TOTAL.
Mas, estou empenhada em fazer dele um dia bonito e para isso temos que começar bonita.
Então, hoje fui na Mercatto e comprei esse vestidinho branco e o cintinho azul marinho com taxinhas douradas, acessórios ganhei de presente de Natal da amiga e rasteira com taxinhas douradas, achei super fofa, makezinha bem iluminada e cabelos coque ou trança. Ah e adorei a nova linha festa da Empalla, vou postar depois só sobre elas, comprei a cor 'quero tudo' amei demais!
E você como vai estar na noite da virada?
Mas, estou empenhada em fazer dele um dia bonito e para isso temos que começar bonita.
Então, hoje fui na Mercatto e comprei esse vestidinho branco e o cintinho azul marinho com taxinhas douradas, acessórios ganhei de presente de Natal da amiga e rasteira com taxinhas douradas, achei super fofa, makezinha bem iluminada e cabelos coque ou trança. Ah e adorei a nova linha festa da Empalla, vou postar depois só sobre elas, comprei a cor 'quero tudo' amei demais!
E você como vai estar na noite da virada?
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Perguntaram ao Dalai Lama...
" O que mais te surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens...
Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
....e morrem como se nunca tivessem vivido."
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